A Wilson Sons, através da plataforma Connekt, divulgou vagas offshore nas funções de comandante, oficial de náutica e oficial de máquinas na cidade do Rio de Janeiro.

Confira abaixo mais informações sobre as vagas de emprego e como concorrer a elas:

Comandante

Requisitos:

  • DP Full;
  • 1ON (sem limitação);
  • Disponibilidade para comparecer ao RJ para a fase final do processo seletivo;
  • Disponibilidade para início em Junho;
  • Experiência prévia como Comandante em embarcações Offshore;
  • Todos os certificados pertinentes a função.

Requisitos:

  • Curso de DP;
  • 1ON ou 2ON;
  • Disponibilidade para comparecer ao RJ para a fase final do processo seletivo;
  • Disponibilidade para início em Junho;
  • Experiência prévia como OQN ou PON em embarcações Offshore;
  • Todos os certificados pertinentes a função.

Oficial de máquinas

Requisitos:

  • Ser oriundo de EFOMM ou ASOM;
  • 1OM ou 2OM;
  • De preferência residir no RJ, mas não é pré-requisito;
  • Todos os certificados pertinentes a função.

COMO CANDIDATAR-SE AS VAGAS

Se interessou nas vagas da Wilson Sons? Se você atende aos requisitos exigidos pela empresa, é só clicar na vaga desejada e imediatamente você será redirecionado para a página em que poderá inscrever seu currículo online, boa sorte!

SOBRE A WILSON SONS

A Wilson Sons é um dos maiores operadores integrados de serviços marítimos, portuários e de logística do Brasil, com mais 180 anos de experiência. A Ultramar é um grupo chileno com mais de 60 anos de experiência, presença em 15 países e grande experiência em serviços de agenciamento marítimo, apoio portuário, logística e transporte.

Com 23 embarcações, a Wilson Sons Offshore oferece apoio marítimo a plataformas de exploração e produção de petróleo e gás. No trajeto entre as plataformas e os terminais portuários, as embarcações PSV transportam equipamentos, lama de perfuração, tubos, cimento e alimentos, entre outros materiais necessários ao negócio dos clientes da indústria de petróleo e gás, e trazem ao continente os dejetos acumulados nas plataformas.

Fonte: O Petróleo, 01/05/2020

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